A luz certa
para cada divisão.
A luz muda tudo. As três camadas que uma casa precisa — e a regra de ouro da temperatura.
Bárbara DiasArquiteta · fundadora
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Luz geral
Iluminar o todo.
É a luz que irradia a totalidade do ambiente — o ponto de partida. Vem de candeeiros de teto, spotlights, trilhos ou sancas. Se quer uma divisão mais luminosa, combine-a com cores claras, que refletem melhor a luz e tornam o espaço mais claro e brilhante.
Luz de foco
Para as tarefas.
Para atividades que exigem atenção e minúcia — ler, estudar, cozinhar, maquilhar — precisa de luz direcionável e branca. É ela que desperta o estado de concentração e permite desempenhar a tarefa sem encandeamento, desde que bem colocada no espaço.
Luz ambiente
O aconchego.
A luz que aconchega. Serve para tornar o ambiente mais quente e íntimo, ou para dar destaque a elementos — uma estante, um quadro, uma escultura, uma coleção. Fitas LED, spots estrategicamente colocados, candeeiros suspensos ou de mesa criam este efeito e desenham o carácter da divisão.
Temperatura
A regra de ouro.
A temperatura da luz escolhe-se pela função. A luz branca simula a luz natural e é para concentração — escritórios e áreas de estudo. A luz amarela, quente e difusa, confere ambiência e conforto, induz calma e tranquilidade. A regra que uso: luz quente para todas as divisões, exceto as áreas de trabalho.
As três camadas
A casa bem iluminada.
Uma casa bem iluminada nunca vive de uma só luz. Combina as três camadas — geral para ver, foco para fazer, ambiente para sentir — e ganhas uma divisão que muda com o momento do dia. Nunca fique só pela luz de teto: é ela que deixa qualquer sala plana e fria.